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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Assista ao balé dos grous na Reserva Natural de Zhalong, em Qiqihar. 16 HORAS ATRÁS

Com a chegada do inverno, a Reserva Nacional Natural de Zhalong, em Qiqihar, recebe todos os anos milhares de visitantes vindos de diversos lugares do mundo, sedentos por apreciar os grous de crista vermelha.

A "libertação dos grous" é a cena mais impressionante da reserva. Quando os criadores abrem as portas das gaiolas, os grous de crista vermelha de 1,5 metro de altura saem atordoados, assustados. Dão passos progressivos, mas lentos, como que se preparando para encarar o frio rigoroso de 20 graus negativos. Adaptados, começam correr cada vez mais rápido e a bater as asas. Num instante, centenas de grous pretos e brancos rompem o juncal e tomam o céu da região. O pescoço e as pernas finas do pássaro formam um "人", carácter chinês que significa "pessoa". Enquanto voam livremente pelo céu, eles fazem ressoar seu canto. Trata-se de uma cena verdadeiramente maravilhosa. Vamos conhecer as impressões de alguns visitantes.

"A gente vem aqui todos os invernos. O lugar é tão bonito quanto os grous!"

"Maravilhoso! Hoje vi pela primeira vez, com meus próprios olhos, os grous de crista vermelha."

"Estou muito excitado! Ver isso pessoalmente é diferente de assistir pela televisão. Adorei este lugar."

Li Ping, um aficionado por fotografia residente de Hong Kong, há anos vem a Qiqihar clicar os grous em ação.

"Ao chegar aqui, achei lindíssimos os grous voando sobre a neve. O número de grous cresce a cada ano, eles são mais de 100! É uma cena incrível, sobretudo quando os grous andam e dançam livremente no campo nevado. Formam uma bela pintura que representa bem a harmonia entre o Homem e a Natureza."

Os grous de crista vermelha são uma espécie ameaçada de extinção, restam apenas 2.000 em todo o mundo. Mas a cada ano cresce o número de grous que chega à Reserva Natural de Zhalong. Os mais de 400 pássaros são atraídos pela grande área úmida e concentração exuberante de juncos. Por essa razão, Qiqihar goza do título de "Cidade dos Grous".

O grou de crista vermelha é uma ave migratória. Através de estudos e pesquisas, os biólogos da Reserva Natural de Zhalong desenvolveram em laboratório a primeira espécie não-migratória de grous de crista vermelha, que já tem cerca de 300 membros. Dessa forma, mais visitantes podem apreciar a beleza desse lindo pássaro.

Li Changyou, vice-diretor da Reserva Natural de Zhalong, nos contou:

"É raro ver grous voando sobre a neve pelo mundo. Por isso, muitos visitantes vêm à nossa reserva natural. Este ano, o número de grous cresceu. Cerca de 130 serão libertados do cativeiro. A cena vai exercer um grande impacto visual sobre os visitantes."

Dicas de Viagem:

Transporte: Do aeroporto Sanjiazi, em Qiqihar, partem voos diretos para Beijing, Shanghai, Guangzhou e outras cidades chinesas. Também é possível chegar à região de trem. Uma rodovia conecta o centro de Qiqihar à Reserva Natural de Zhalong. Em frente à estação ferroviária passam ônibus que vão até lá. A viagem dura cerca de 45 minutos.

Não se esqueça de levar câmara fotográfica, tripé, gravador, roupas confortáveis, binóculo e uma esteira impermeável.

O bilhete para entrar na reserva custa 150 yuans, quase US$21.

Ingressos para exibição ao vivo de ópera e balé estão a venda no UCI. /19 HORAS ATRÁS.

Ingressos para exibição ao vivo de ópera e balé estão a venda no UCI

O UCI New York City Center começa o ano exibindo dois espetáculos ao vivo: a ópera 'Ifigênia in Tauris', direto de Nova York produzido pelo renomado MetOpera, no dia 26 de fevereiro, às 15h, e Don Quixote, do Ballet Bolshoi, ao vivo de Moscou, em 6 de março, às 13h. Os ingressos para os dois espetáculos custam R$ 60 e podem ser comprados na bilheteria do cinema, nos terminais de auto atendimento ou pelo site www.ucicinemas.com.br.

O projeto UCI Live teve início em 2007, levando apresentações teatrais para dentro do cinema. Com o sucesso, a rede investiu e passou a exibir atrações internacionais, em tempo real, em suas telas. 'Ifigênia in Tauris' tem como tenor Plácido Domingo. A ópera é baseada na peça de Guymond de la Touche e fala da decisão de Agamenon após consultar o oráculo da deusa Diana. Antes de partir para Guerra de Troia, Agamenon ouviu do oráculo que os ventos seriam pouco favoráveis para a viagem e navegação, e o preço a pagar para navegar com sucesso, e destruir um país inocente, seria o sacrifício da própria filha. Agamenon aceitou esses termos e matou sua jovem filha Ifigênia no altar da deusa. No prólogo, está o momento em que Diana estaria salvando Ifigênia da morte, tirando-a do altar e a transportando-a para um templo na distante Tauris. Em Tauris, Ifigênia começa a servir aos Citas, povo inimigo, como sacerdotisa de Diana, enquanto toda a família a considera morta.

A produção de Bolshoi, baseada no épico de Miguel de Cervantes, retrata o famoso Don Quixote. Depois de ler romances, sonhar com cavaleiros e cavalarias, Don Quixote decide embarcar em uma viagem a fim de, depois de grandes feitos e aventuras, se tornar um herói. O fiel Sancho Pança, um homem com os pés no chão, é escolhido como seu escudeiro.

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Balé treina disciplina, dando força e elegância muscular. Ontem

Balé treina disciplina, dando força e elegância muscularQuem gosta de mexer o corpo está sempre atrás de uma novidade, mas agora as velhas sapatilhas é que são fashion e o movimento do momento é o do velho balé.

Sim, machuca, sim, maltrata. Mas bolhas e calos à parte, está bombando entre menininhas e mulheres feitas, porque também é belo, bom para o espírito e o físico. Academias inventam modalidades que usam fundamentos da dança clássica e surgem mais aulas de balé para adultos não profissionais.

"A procura aumentou muito. Abri novas turmas de balé adulto tanto para quem já praticou e quer voltar quanto para quem nunca fez, mas enjoou dos exercícios repetitivos da academia e busca algo diferente", diz Sabrina Helena Martins, dona da escola de balé Carla Perotti.

Se faltava alguma coisa para o balé sacudir a poeira do tutu e dar a pirueta por cima, agora já não falta nada: é tema do favorito ao Oscar, e tem como "embaixadora" a atriz Natalie Portman, arrasando de "cisne" na tela.

A professora Ana Curcelli, autora do blog Ballet Adulto, conta que vem recebendo cerca de dez e-mails por dia de candidatas a alunas, mulheres de 19 a 60 anos. Para atender a demanda, Ana está abrindo estúdio em março.

SAUDADE DA BARRA

A Bio Ritmo notou antes o "revival" e lançou a aula Xtend, que trabalha posturas do balé com a exigência muscular e respiratória do pilates. A procura só cresce: por vezes, é difícil acomodar todas as alunas na barra, onde a maior parte da aula é feita.

A barra ajudou a popularizar a Xtend, por resgatar boas lembranças de quem praticou balé na infância e matar a vontade de quem sempre quis e nunca fez, acredita Saturno de Souza, diretor-técnico da academia. "Também dá tônus sem causar hipertrofia", diz.

O balé dá força, resistência, flexibilidade, desenvolve coordenação, melhora o sono. Também, óbvio, melhora a postura, que é trabalhada com o alinhamento do corpo.

Mas não é mero exercício. Exige memória, expressão. Os iniciantes começam com os mesmos passos dos intermediários e dos profissionais. O que muda, quando degraus técnicos são avançados, é o ritmo e a complexidade das combinações.

O balé tradicional e profissional é bem rígido, com padrões de magreza e exigências técnicas de perfeição.

"Como no filme Cisne Negro, tem competição, não pode comer muito, tem coreógrafo que não gosta de você e não te dá papéis de destaque", diz Sabrina Helena Martins, da Carla Perotti.

Mas, nas aulas para amadores, as diferenças de biótipo são aceitas, bailarina não precisa ser uma folha.

Para Marika Gidali, 73, fundadora do Ballet Stagium, qualquer um pode fazer balé, independentemente do tipo físico. "Aqui, adaptamos os movimentos para o corpo brasileiro, uma mulher que tem peito e bunda", diz.

Embora as coreografias sejam contemporâneas, no Stagium o ensinamento é todo em cima do balé clássico, uma bela base de educação física e disciplina. As aulas incluem musculação sem peso, para trabalhar músculos exatos, das virilhas às costas.

No centro, as sequências de saltos fazem a pessoa segurar o corpo de forma certa e fortalecem as pernas, deixando-as torneadas. E, por ser exercício aeróbico, ajuda a queimar calorias.

MASSACRE

Balé emagrece, mas machuca. Até quem já dançou na infância e está voltando deve treinar com calma, para relembrar a musculatura dos exercícios e evitar lesões.

Há um risco grande de lesões por esforço repetitivo e sobrecarga nas articulações.

Entorses também são comuns, ainda mais na rotina da bailarina profissional. São horas na ponta, saltando e girando, cinco dedos comprimidos num espaço de 3 cm.

No início, surgem bolhas, que viram calos. A unha cai e nunca nasce como antes. "Bailarina vai à praia e enterra o pé na areia. Não usa sandália", diz Sabrina Helena.

Mesmo a postura reta e invejável traz problemas. O famigerado encaixe do bumbum para dentro tende a alongar a curvatura da lombar, fortalecendo mais a musculatura posterior que a da barriga, o que gera desequilíbrio. No futuro, pode virar hérnia de disco ou lesar outras partes do corpo.

Para Tatiana Negrini, 29, que faz pilates e academia, a vantagem do balé amador é que não há esse massacre. Dá para se aprimorar sem tanta rigidez. Ela faz duas aulas por semana. "Estava atrás de algo que me acalmasse, e o balé me desliga do mundo."

RATINHA

Escolas de balé também estão recebendo mais menininhas, quem sabe por causa da "Angelina Ballerina", desenho animado estrelado por uma rata que sonha em ser estrela da dança.

Lúcia, 2, filha e musa de Renato Kaufman, autor do blog e do livro "Diário de Um Grávido" (Mescla), aprendeu a dançar vendo Angelina. "Ela segura na janela, levanta a perna para trás e fala balé! balé!", diz o pai coruja.

Angelina Ballerina é meio controversa na internet. Um grupo de mães seguidoras do blog de Kaufman não topa muito o programa, acusando a personagem de ser
egocêntrica e perfeccionista.

A mãe de Lúcia, Ana, que fez balé por 20 anos, sai em defesa da rata dizendo que o desenho apresenta técnicas corretas do balé. Angelina deixa um pé no apoio e ergue o outro até quase 90 graus: é certinho o passo "attitude".

Folha Online

Hoje (23/02/11)

Leitores, hoje, agora, quando entrei no blog, uma menina de outro blog, veio dizer a mim, que eu peguei dela. Eu... ochente, pesquisei no google, mas a menina num acredita, tive que colocar , creditos ao blog dela, que raiva!

Ah... hoje eu vou postar, antes de ir para o balé. Beijos

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Meu aniversario!!! 22.02.11

Gente, hoje é meu aniversário, acreditam? Sim ou Não? Brincadeirinha rsrs ' . Estou completando mais um ano de vida, e me amo, agradeço a Deus por ter me dado mais um ano de vida com minha familia ,saúde, e ter vontade de dançar e escrever lindas histórias ;) . Estou super contente, recebi uma surpresa na escola no patio, só os que me conheciam mesmo, cantarão PARABÉNS, e em casa, recebi uma surpresa, ganhei um cesta. Ah... mas não é só isso não, ainda vou ganhar alguns ;) . Mas o meu maior prazer e meu melhor presente é saber que eu tenho vida, minha familia que me ama, que eu danço, tenho imaginçaõ, e tenho Jesus Cristo comigo. Enfim... hoje é um dia muitissimo especial para mim, eu estou adorando e estou tentando aproveitar o máximo. Afinal... nós só fazemos aniversário 1 dia do ano, não é? Beijocas, e como avia prometido, irei postar alguns simples coisinha :). Beijos ;*

niver ana 040

niver ana 034

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Profissão bailarina. A arte virou hit. Ontem.

O filme Cisne Negro despertou a atenção para a dança clássica. Descubra como adotar este quê delicado na beleza, na moda e até no fitness.

Vinícius Cardoso
Foto: Eduardo Carneiro
Bailarinas da São Paulo Companhia de Dança em ensaio (Foto: Eduardo Carneiro)














A delicadeza do balé clássico encontrou a atuação forte de Natalie Portman no drama psicológico

que tem arrebatado

o público.

O longa Cisne Negro coleciona elogios no cinema, carrega referências de arte e ganhou repercussão

também na moda,

na beleza e até no fitness.

+ Entre na dança do filme: opções de roupas e acessórios para começar a usar já

O filme acendeu a curiosidade sobre o cotidiano duro das bailarinas e a boa cotação ao Oscarcriou a

tendência nas passarelas, caso das coleções da New Order e da Maria Bonita Extra, desfiladas

no Fashion Rio, e das roupas esportivas lançadas pela Adidas, feitas a partir de

estudos ergonômicos com dançarinos profissionais.

Na edição de fevereiro, a revista Criativa traz uma entrevista exclusiva com Natalie Portman,

além de uma reportagem que mostra o dia a dia da São Paulo Companhia de Dança. Deste olhar insider sobre

os artistas nacionais,

extraímos as possibilidades do balé como fitness, mesmo para os mais crescidos. Também é possível aprender a

dançar balé na idade adulta. Veja a seguir:

Foto: Eduardo Carneiro
Arte em ação na São Paulo Companhia de Dança (Foto: Eduardo Carneiro)

















Balé para amadores

Para aprender a dançar na idade adulta

Lindo de se ver, o balé anda despertando a vontade dos simples mortais em colocar sapatilhas e girar por aí.

Como ocorre com a maioria dos atletas de alta performance, os bailarinos profissionais costumam praticar

a atividade desde cedo, valendo-se de toda a elasticidade natural da infância e do aprendizado gradual

de equilíbrio e

noção de limitação corporal.

Mas se a ideia é utilizar a repetição de movimentos como uma atividade física comum,

qualquer pessoa pode? Sim, afirma Evelyn Baruque, diretora geral do Studio 3, academia de

dança instalada nos Jardins, em São Paulo. Há 12 anos o estúdio recebe alunos adultos,

com experiência ou não, para aulas de balé clássico em dois níveis: iniciantes e avançado.

“Temos muitas mulheres de 30, 40 anos, que começaram a dançar aqui”, conta Evelyn.

Muita gente conhecida já deu seus passinhos por lá, como as atrizes Luana Piovani,

Paula Burlamaqui e Regiane Alves, como o ator Theodoro Cochrane

(que levava a mãe, Marília Gabriela, para assistir às aulas), como as cantoras

Wanderléa e Luiza Possi, e o estilista Fause Haten, que até participa

do espetáculo de final de ano da academia.

Quem toma aula avançada do Studio 3,

o que pode acontecer depois de um ano e meio ou dois anos de prática dedicada,

pode usufruir as orientações de Liliane Benevento, bailarina referência do Brasil, estrela do

Ballet Stagium e que atualmente também dá aulas no Balé da Cidade.

“Eu entendo que as pessoas se sintam intimidadas em começar. Mas a ideia não é se tornar

uma grande bailarina, e sim vivenciar a experiência. A música a leva a outro espaço, ao

controle da concentração, aos movimentos do corpo, à noção de espaço.

A sensação é maravilhosa, e não precisa exigir demais do corpo. Basta encontrar

uma aula adequada, que respeite os limites”, diz Liliane, lembrando ainda que a silhueta alongada,

a postura ereta e os músculos tonificados vêm de brinde.

(Trecho da matéria "Profissão Bailarina", de Paola Deodoro, publicado na Criativa de fevereiro.)

Black Swan, com Natalie Portman, inspira a moda bailarina. Ontem 4 horas atrás

Mariana Di Pilla
Foto: Imdb
Natalie Portman em Cisne Negro (Foto: Imdb)

Ele já foi premiado em eventos de cinema em 2010 e foi indicado a cinco categorias no Oscar, isso sem contar vários outros prêmios a que está concorrendo.

Estamos falando de Black Swan, o filme que tem como protagonista Natalie Portman no papel da bailarina Nina, e está marcado para estrear no Brasil amanhã, dia 4.

Apesar de não fazer parte dos concorrentes a melhor figurino, Cisne Negro tem peças maravilhosas assinadas pela dupla de estilistas da Rodarte.

E várias marcas que desfilaram recentemente pegaram carona no tema. Veja a seguir:

+ Veja os indicados ao Oscar como melhor figurino

+ Exclusivo para assinantes: uma entrevista com Natalie Portman falando sobre o universo do balé

Foto:
Estilo nas passarelas de Maria Bonita Extra, Chanel e New Order (Fotos: Agência Fotosite)
Inspiração

Vimos bailarinas nas passarelas de Maria Bonita Extra e New Order no último Fashion Rio. Lá fora, Karl Lagerfeld desenhou para a alta-costura da Chanel peças de tecidos fluidos e transparentes no tom rosa-bebê, e todas as suas modelos usavam sapatilhas sem salto.

Ação

Para aderir já: separamos várias opções de peças que podem ser transportadas do tablado de dança para dia a dia.

Foto:    Divulgação

No Próximo... ~>>

Gente, umas horas atrás acabei de chegar do balé, e não é que deu certo, fiquei super feliz o que fiz, falei com professora, e ela me falou, me deixou super super feliz ;) .

Na Proxima postagem ;) . Espero que gostem das minhas postagens. Vou falar sobre o Filme Black Swan, e a inspiração da moda bailarina, "Profissão Bailarina já virou hit". Beijos com sabor de chocolate. ;*

Cuidado com o sorriso!

Direto do blog do Bolshoi apresento:


Cuidado com o sorriso!

Acabaram as férias, as aulas voltaram e a correria do dia-a-dia também. Com tantas ocupações as crianças chegam à noite em casa e tem tarefas da escola para fazer e estudar para as provas.

Não é fácil a vida do bailarino…
Além de ter que se preparar fisicamente para ter uma boa técnica, necessita interpretar e mostrar lindos sorrisos durante a dança.
Por isso, a higiene bucal é tão importante. Não se deixe levar pelo cansaço, não deixe para depois, porque quando menos você espera a cárie esta lá.

Então realizem diariamente uma correta escovação, usando fio dental com freqüência, assim se previnem as cáries e também os problemas na gengiva, dessa maneira vocês encantarão a platéia!

Tio Gui com alunos

Tio Gui

♥~ Barbie

Não sei se voces já perceberam, mas a Barbie, foi feita para o balé. Todos os desenhos dela e filme-desenho, sempre tem uma parte de balé. Olhe a mão dela, o pé dela, a postura dela, as roupas, as maiorias, e verá que é lindo:

♥~ Lago do cisnes - Link ;)

Oiie Amores, o/ Agora eu irei postar, mas daqui a pouqinho vou sair para fazer AULA DE BALÉ, espero que dê certo , o que eu vou falar com minha professora ;) . Lá em baixo, seguinte >>


Bem... eu estava pesquisando na Internet, e vi esse video de balé, sou fã da academia internacional Anaheim , lindo lindo! Mas eu gosto tbm muitissimo de escrever e ter imaginação ;). Em tão ... Esse video não é da academia AnaHeim, mas é um video lindo :


Aulas de balé para brilhar com leveza na Avenida. Ontem ;)

No carnaval, vão dançar balé o.o

RIO - Sapatilhas nos pés, leveza de movimentos, giros e pas-de-deux perfeitos. E no centro deste cenário, o casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Tijuca, Marquinhos e Giovanna. Há sete anos, os dois - crias das mais profundas raízes do samba de Mangueira - montam a coreografia que levam à Sapucaí com o auxílio da bailarina clássica Beth Tinoco Bejani. E após consecutivas notas 10, acabaram se tornando precursores de uma tendência dos carnavais atuais.

Tradicionalistas estranharam a mistura de estilos

Hoje, eles afirmam que exceções são os casais que não têm coreógrafos vindos da dança clássica ou do jazz. Mas lembram bem dos tempos, quando ainda defendiam o pavilhão da verde e rosa, que enfrentavam estranhamento dos mais tradicionais ao começarem a ensaiar sob a batuta de Beth.

- Eu mesmo resisti. Mas logo percebi que a essência de nossa dança não seria modificada. Lapidamos o bailado que já sabíamos, muito intuitivamente. Mas ganhamos em condicionamento físico, consciência corporal. Lembro da minha primeira aula de balé. Batia no peito com tamanha força que parecia um 'brucutu'. Aprendi que posso manter o gestual, mas com muito mais leveza. E ganhei mais gentileza ao cortejar minha porta-bandeira - diz Marquinhos, filho do ex-mestre-sala da Mangueira Lilico.

Coreógrafa do casal, Beth - esposa de Helio Bejani, diretor do balé do Teatro Municipal do Rio e coreógrafo da comissão de frente do Salgueiro - conta que o bailarino Carlinhos de Jesus a apresentou a Marquinhos e Giovanna. Desde então, sua principal função tem sido trabalhar detalhes como a postura e a expressão do casal.

- Em nenhum momento se percebe uma coreografia no bailado deles. Tem toda a base do balé, com a união do clássico e do popular. Mas não é balé, é a essência do mestre-sala e da porta-bandeira - diz Beth, afirmando, no entanto, ter descoberto no casal, que dança junto desde 1995, dois grandes bailarinos, também para o clássico.

Talento que, no caso de Marquinhos, já o levou até ao palco do Teatro Municipal do Rio, no espetáculo "Electra", encenado por integrantes da Mangueira. Experiência lhe deu segurança para, hoje, ao bailar com Giovanna no Balcão Nobre do teatro centenário, a convite do GLOBO, exibir a mesma desenvoltura de um bailarino profissional.

Embora a influência da dança clássica seja difundida entre os casais de mestre-sala e porta-bandeira, não são todos que a veem com bons olhos. Em 1997, a polêmica já havia se instaurado, quando Lucinha Nobre, hoje na Portela, na época na Mocidade, surpreendeu a Sapucaí ao desfilar vestida de bailarina.

Atualmente, ela ocupa, na azul e branca, o lugar que já foi de uma das maiores portas-bandeiras da história, dona Dodô da Portela, que ainda prefere o bailado sem os traços eruditos. Aos 90 anos, Dodô afirma que nunca lançaria mão da ajuda de bailarinos clássicos em sua dança. Mas diz entender que, com as modificações do carnaval de agora, muitos casais recorram a esse auxílio.

- Todos querem a nota dez. E no júri de hoje, quase todos os jurados vêm da dança clássica. Talvez esses jurados não entendessem a minha dança. No meu tempo era bem diferente. Bailarino era uma coisa; mestre-sala e porta-bandeira, outra. Agora misturou tudo, na escola de samba como um todo - diz Dodô, que desfilou pela primeira vez com o pavilhão portelense em 1934.

Outra que não aderiu ao balé foi Selminha Sorriso, da Beija-Flor de Nilópolis, uma das mais consagradas porta-bandeiras da avenida, com seis prêmios Estandarte de Ouro. Apesar disso, garante ela, não tem nada contra a presença dos bailarinos clássicos na preparação dos casais para a avenida.

- Claudinho (parceiro de Selminha na avenida) e eu vamos limpando a coreografia, tirando excessos dos movimentos, por conta própria, nos ensaios. Mas não tenho crítica alguma a quem faz isso com a ajuda de um bailarino. E não acredito que isso possa descaracterizar o bailado. Para crescer, melhorar, tudo é válido.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

quando se sabe que pode dançar na sapatilha de ponta

quando se sabe que pode dançar na sapatilha de ponta


Dançar na ponta é um objetivo importante para uma bailarina de ballet clássico, muitas vezes comprar uma sapatilha de ponta porque o professor pediu pode ser um disperdício. Então leia essas 5 dicas e saiba se você está mesmo preparada para dançar na ponta

dica nº 1
Ter idade para "entrar" nas pontas!A idade ideal para começar a trabalhar nas pontas é controversa. Muitos especialistas acreditam que um bailarino pode começar a dançar na ponta, com pelo menos 9 ou 10 anos de idade. Alguns professores não atribuem um número a todos, eles simplesmente confiam na habilidade da bailarina. No entanto, o crescimento e fortalecimento dos pés acontecem quando estão prestes a completar 11 anos de idade ou 12 anos, muitos concordam que o trabalho da ponta poderia ser introduzido nesse momento. Nunca tente dançar nas sapatilhas de pontas, sem um professor para te orientar, vai ser fácil de você se machucar.


dica nº 2
Quantos anos de formação nas pontas!Você não pode começar uma carreira no ballet já nas sapatilhas de pontas. A fim de ser capaz de dançar na ponta, um bailarino deve ter tempo para atingir a forma, força e alinhamento necessário para fazer uma transição bem sucedida para o trabalho a ponta. A técnica apropriada é necessária para poder usar os pés, sem riscos de lesão.


dica nº 3
Aulas de pontas!A fim de manter a boa técnica e a flexibilidade necessária para o trabalho das pontas, é necessário aulas de ballet pelo menos três vezes por semana. A aula deve seguir como aula normal, talvez, prorrogar o tempo de aula por meia hora. Isso garante que todo o corpo, especialmente nos pés e tornozelos, são devidamente aquecidos.


dica nº 4
Preparação física para dançar nas pontas!Todas as bailarinas deverão ser avaliadas pelo seu professor de ballet para determinar se elas estão fisicamente prontas para atender as exigências do trabalho nas pontas. O professor deve verificar a posição correta do corpo e alinhamento, a afluência suficiente, força e equilíbrio, e domínio das técnicas básicas do ballet.


dica nº 5
Maturidade Emocional para o trabalho nas pontas!O trabalho nas pontas é trabalho duro. As aulas com as sapatilhas de pontas serão mais exigentes para o seu corpo, especialmente para os seus pés. Você está preparado para sofrer com os pés doloridos e bolhas ocasionais? Além disso, as sapatilhas de pontas são complicadas e exigem um certo nível de responsabilidade de mantê-las. Você deve aprender a maneira correta de colocá-las em seus pés e amarrá-las em seus tornozelos. Você também deve cuidar delas corretamente para mantê-las em bom estado. Além disso, você está pronta para dedicar pelo menos três horas por semana para aulas de ballet? Escolher dançar na ponta é uma decisão que deve ser levada a sério!


Hoje -*-* ( 20/02/11)

Hoje, minha prima veio aqui, e poxa, eu pesquisando coisas do balé, e ela falando sobre a ponta dela, e blá blá blá, que a professora admirava, que num sei oq, ta certo que é bom isso, e ela não tem balé firme como eu, o dela é só os sabados, mas Veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeii, da raiva.E ela falava que ela flexivel, fazia de tudo para se mostrar, e quando eu perguntei se ela sabia fazer a abertura todinha de lado, ela disse que não, assim ela ficou meio quieta. Eu nem liguei o que ela disse, mas depois eu liguei , e me rebaixei, eu sou fraca pra essas coisas!!! E eu falei " Eu não tenho ponta perfeita!" e eu esticando, dobrando, esticando. Só que um problema, o meu dedão não vira pra baixo, e ela começou a falar " o meu vira, olha ela até vira pro lado, pra baixo, pra cima, e até aponta para os outros!" - Isso me mata, só em falar. Ela é da minha idade, e se exibe toda. Me rebaixou demais. Eu até entendo que as vezes, eu também estou desanimada, mas hoje fiquei mais!!! Ela é muito exibida, mimada, e ela faz de tudo para competir comigo. Eu sei que eu vou chegar lá!!! Deus vai me ajudar!!! Runf! Se Deus quiser, e que se minha prima venha me falar, já estou no palco sendo uma grande bailarina, maior e melhor que ela!!! E niguém e melhor nem pior do que niguem.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Compromisso Bailaristico ! o/



Escoteiros!

Gente, tenho uma boa notícia para voces! Eu amei demais. Nesses días atrás , faz algum tempo, na minha igreja teve uma grande oportunidade, se escoteiro, minha mãe escreveu eu, minha irmã, e meu primo, que são da igrejas, não teve como escrever meu irmão menor. Bem... poiseh, deu certissimo, agora minha mãe fez a matricula, e hoje, HOJE , HOJE, foi o primeiro dia, de se reunir lá. Nem precisa ser da igreja não, só foi pra quem se escreveu mesmo, não paga nada, por enquanto... rsrs ' . Mas sinceramente deve ser bom.. ótimo, e vou tentar me esforçar nisso, no ballet e nas historias que escrevo. Estou muitissima ansiosa, eu ganhei também a blusa do escoteiros, espero muitissimo ganhar o uniforme completo!!!
SEMPRE ALERTA!!!

UCI Palladium exibe ao vivo Ópera Ballet "Don Quixote" / 15 horas atrás.

A rede UCI Cinemas começa o ano com o seu programa UCI Live, e exibe dois espetáculos ao vivo, no UCI Palladium: a ópera “Ifigênia in Tauris”, direto de Nova York e produzido pelo renomado MetOpera, no dia 26 de fevereiro, às 15h, e “Don Quixote”, do Ballet Bolshoi, ao vivo de Moscou, em 6 de março, às 13h. Os ingressos para os espetáculos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) e podem ser comprados na bilheteria do cinema, nos terminais de auto atendimento ou pelo site www.ucicinemas.com.br.

A rede UCI Cinemas é pioneira em eventos ao vivo no cinema, e traz no UCI Live a beleza e a sofisticação de espetáculos internacionais. O projeto teve início em 2007, levando apresentações teatrais para dentro do cinema. Com o sucesso, a rede investiu e passou a exibir atrações internacionais, em tempo real, em suas telas.

“Ifigênia in Tauris” tem como tenor Plácido Domingo. A ópera é baseada na peça de Guymond de la Touche e fala da decisão de Agamenon após consultar o oráculo da deusa Diana. Antes de partir para Guerra de Troia, Agamenon ouviu do oráculo que os ventos seriam pouco favoráveis para a viagem e navegação, e o preço a pagar para navegar com sucesso, e destruir um país inocente, seria o sacrifício da própria filha. Agamenon aceitou esses termos e matou sua jovem filha Ifigênia no altar da deusa. No prólogo, está o momento em que Diana estaria salvando Ifigênia da morte, tirando-a do altar e a transportando-a para um templo na distante Tauris. Em Tauris, Ifigênia começa a servir aos Citas, povo inimigo, como sacerdotisa de Diana, enquanto toda a família a considera morta.

A produção do Ballet Bolshoi, baseada no épico de Miguel de Cervantes, retrata o famoso “Don Quixote”. Depois de ler romances, sonhar com cavaleiros e cavalarias, Don Quixote decide embarcar em uma viagem a fim de, depois de grandes feitos e aventuras, se tornar um herói. O fiel Sancho Pança, um homem com os pés no chão, é escolhido como seu escudeiro.

Um cisne fora do palco - 2 horas atrás.

Maria José Fazenda, antropóloga, professora na Escola Superior de Dança e ex-bailarina, assistiu a Cisne Negro e escreveu sobre a relação de proximidade ou de distância que o filme estabelece com a realidade do ballet e com a vivência de uma bailarina numa companhia de dança e enquanto intérprete de O Lago dos Cisnes.
Natalie Portman, no filme O Cisne NegroNatalie Portman, no filme O Cisne Negro ()

O ballet é um mundo constituído por especificidades, quando comparado com outros mundos da dança e da não dança. A organização hierárquica interna dos profissionais, o domínio de técnicas de movimento extremamente virtuosas, por parte dos bailarinos, carreiras profissionais que começam cedo e acabam cedo, regras que definem deveres e direitos de cada elemento no interior de uma companhia e de ocupação dos vários espaços de trabalho, procedimentos para cuidar da indumentária, um reportório que, na actualidade, concilia obras clássicas com outras contemporâneas - as quais, sublinhe-se, frequentemente desconstroem as posições entre bailarinos - são aspectos que definem este universo particular.

Algumas destas facetas aparecem no Cisne Negro, de Darren Aronofsky, como as aulas de dança clássica, as bailarinas cumprindo o ritual de coser as fitas às sapatilhas de pontas, a distinção dos bailarinos pela posição que ocupam e as personagens de O Lago dos Cisnes em acção. São, contudo, imagens frequentemente fragmentadas, distorcidas, exageradas. Mas é a colagem da vida de duas personagens, Odette/Odile, que em si são já uma fantasia sem correspondência na vida real, à vida de uma bailarina que, no filme, pode induzir ao equívoco de se acreditar que se está perante algo baseado em situações efectivamente experienciadas pelas bailarinas nos dias de hoje numa companhia de ballet, em vez de um produto da actividade ficcional dos seus autores.

Espírito de classe

Admitamos que alguns bailarinos possam identificar situações realmente vividas de entre o conjunto das que são representadas no filme, como a ansiedade resultante da pressão sentida pelas exigências artísticas ou interpretativas colocadas por um coreógrafo ou mestre de bailado particulares, ou da competição entre pares, ou ainda os eventuais comportamentos abusivos que ameaçam a integridade do sujeito. Estas podem, no entanto, ser situações eventualmente vivenciáveis em qualquer mundo profissional competitivo e hierarquizado e não exclusivamente no mundo do ballet.

Os universos profissionais competitivos e socialmente hierarquizados, em que as posições dos indivíduos são, ao nível das relações de poder, assimétricas, favorecem os comportamentos egocêntricos, narcisistas e abusivos. Nas sociedades democráticas, contudo, espera-se que os dispositivos de detecção de tais abusos funcionem em permanência e que os mecanismos de punição dos agressores sejam imediatamente accionados. O que também se espera que aconteça, sem hesitações, no mundo de uma companhia de ballet, nos dias de hoje, na Europa ou nos Estados Unidos da América (referem-se estes contextos por serem os que melhor conhecemos e por ser o contexto norte-americano aquele a que o filme se refere). São, por isso, surpreendentes os abusos que ficam impunes na versão do mundo de Aronofsky, sobretudo os de índole sexual exercidos por Thomas (coreógrafo/professor) sobre Nina (a jovem bailarina protagonista). Que bailarina se sujeitaria, nos dias de hoje, a tais ofensas no seu local de trabalho? Que coreógrafo ou mestre de bailado conseguiria, nos dias de hoje, manter a sua posição, cometendo tais injúrias?

Num depoimento sobre o Cisne Negro, dado à revista Danser (edição de Fevereiro), Élisabeth Platel, ex-bailarina étoile do Ballet de L"Opéra de Paris - posição mais alta na hierarquia social entre os bailarinos nesta companhia -, exprime a sua estranheza perante a figura do mestre de bailado representada no filme: "(...) A época dos directores de companhias a importunar as jovens bailarinas terminou e parece-me ainda mais espantoso ver isso num filme americano."

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

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Quarta edição do Rio do Sul em Dança será em maio

Evento terá oficinas de ballet clássico, jazz, dança de rua e dança contemporânea

Ocorre de 19 a 22 de maio o 4º Rio do Sul em Dança. O evento terá oficinas de ballet clássico, jazz, dança de rua e dança contemporânea. As premiações para os participantes serão de R$ 4,4 mil.

Regulamento e inscrições estão disponíveis no sitewww.fundacaocultural.art.br. As apresentações serão no Cine Dom Bosco das 19h às 22h.

Sobre o filme: Black Swan / O mundo do bale´/ comentário.

Sobre o filme : Black Swan

O mundo do balé


Pode ser irritante ver um crítico falando mal de um filme que nós gostamos. Especialmente um como Artur Xexéo(O Globo) que tem talento e cultura suficiente para desmontar a beleza que aparentemente vimos ou sentimos como sugere artigo da Ana Claudia Simas também sobre o mesmo filme. Black Swan ou Cisne Negro chegou aos cinemas cuiabanos na semana passada e poucos filmes têm o dom de tirar os nossos sentidos do lugar comum.

Xexéo em seu blog diz que estão incensando demais o filme. Para ele a crítica americana, “acostumada à dieta de adaptações de histórias em quadrinhos cheias de efeitos especiais, comédias eróticas para adolescentes emburrecidos e filmes tolos e românticos para mocinhas ainda casadoiras, trata qualquer produção com ares um pouco mais intelectuais como obra-prima.” Para mim uma maldade com o novo filme do diretor Darren Aronofsky.

O crítico desanca a atriz Natalie Portman chamando-a de insossa. Bom para mim a Natalie certamente ganhará o Oscar no final do mês e, ao contrário do que declarou Zeca Camargo, eu vou bater palma porque simplesmente ela estava sensacional. Ficamos sim com a sensação de uma série de delírios que nos conduzem a um labirinto do qual o diretor não nos retira ao final. Saímos, ou saí eu do cinema sem ar, caçando o chão e querendo entender o que havia se passado na tela e comigo mesmo.

Sabia de antemão que o diretor tinha privilegiado as cenas em close e com câmera na mão para colocar o espectador dentro ou sobre o palco. E obviamente não fui ao cinema ver balé, mas ver um filme. Não me interessa se ela fez ou não o plié como deveria e não tenho conhecimento suficiente para dizer se ela dançou bem ou não tecnicamente. Todavia sentir é uma habilidade que venho desenvolvendo toda a vida e mesmo em um blockbuster previsível sou capaz de desligar o senso crítico e curtir o final chorando junto com o personagem. Fico feliz em não deixar o excesso de racionalidade limitar a minha emoção.

O filme mostra o desabrochar de uma menina superprotegida por uma mãe doente. O processo de autodescoberta da bailarina Nina Sayers (Portman) nos conduz por um mundo extremamente competitivo, desleal e sexualizado.

Li pela internet pessoas dizendo que finalmente alguém mostrou a “realidade” do mundo do balé, e outros dizendo que o filme denegria a imagem da arte. Não conheço este mundo, mas tenho certeza que o choque provocado pelo Cisne de Aronofsky faz jus ao Tchaikovsky.



CLAUDIO DE OLIVEIRA - - jornalista, mestrando em Estudos Culturais e repórter do DC Ilustrado